No discurso, uma coisa. “Na real”, diferente total

Ontem, no story, eu disse a vocês que minha palavra de reflexão esta semana é PRESENÇA.

E porquê? Porque cada vez mais percebo que as pessoas querem mostrar que são o que, na realidade, não são.

Noto, com frequência, pessoas sendo pressionadas por um padrão socialmente valorizado, mas … o que realmente me espanta, quem escolhe este padrão são elas mesmas, não é um padrão obrigatório. E elas escolhem, sem perceber que estão dando espaço a um mundo onde o superficial e a imagem são, frequentemente, priorizados em detrimento dos valores que possam ter, mas que não aparecem nas roupas, nem no físico, são qualidades intrínsecas.

Pessoas mais velhas querendo parecer jovens. Jovens, cheios de soberba, dando verdadeiras aulas de experiência e sabedoria. Passam, essas pessoas, pelas vidas umas das outras sem deixar rastro nem saudade, porque só pessoas “de verdade”, alguém que fala o que pensa e faz o que diz, inspira confiança, respeito e amor.

Nada como você estar num ambiente estrangeiro, onde não conhece nem é conhecida, para perceber se está sendo de verdade, ou apenas fingindo ser, por que está respondendo para expressar o que pensa, e não para atender à expectativa de algum interlocutor, pois não o conhece, não existe a hipótese de “jogar para a plateia”.

Ser uma Presença real, é isso que quero para mim, quero ser quem realmente gosto de ser, quem realmente posso ser. Quero ser presença verdadeira, porque só assim consigo criar conexões profundas e significativas.

Quero ser real total!