Biografia

Daisy Lucas - Escritora

Daisy Lucas nasceu no Rio de Janeiro, num dia de Carnaval.

Num dia de Carnaval…

Talvez por isso goste da Alegria, talvez por isso goste de música, e talvez por isso goste de criar personagens, que nada mais são do que fantasias da mente de uma escritora.

Entretanto, sua vida não tem sido de fantasias. Aos dezoito anos, formada pelo Instituto de Educação do Rio de Janeiro, fez uma especialização no ensino para Deficientes de Audição, e depois seguiu para Fonoaudiologia, continuou para Pedagogia,  e especializou-se em Orientação Educacional.

Fez Mestrado na UFRJ, direcionando seus estudos e sua tese para o Desenvolvimento Organizacional.

Trabalhou no INMETRO, onde coordenou o Centro de Capacitação de RH, desenvolvendo Projetos a nível nacional, implantando Sistemas da Qualidade, tendo se especializado em Gestão da Qualidade no Japão (JUSE) e na Coréia (KSA).

Mas não parou por aí, seu coração sempre bateu em ritmo de Carnaval, e sabemos por quê. Aposentou-se no INMETRO e abriu sua própria empresa de Consultoria, ocasião em que, dentre outros trabalhos, desenvolveu Projeto na Universidade Vale do Rio Doce pelo CNPQ, ministrou curso de Fundamentos da Qualidade na FGV/RJ, e foi consultora da UNESCO.

Só que, ah, coração “carnavalesco”, que batia acelerado, querendo novas emoções … Pois a urgência e necessidade de escrever a levaram a interromper a atividade em consultoria. Desde então, vem escrevendo.

Tem seis livros publicados, sendo três infantis: É Assim que Tudo Começa (esgotado na primeira edição); Bernardo – O Menino que Pensa Azul (esgotado na primeira edição) e Seu Corpo, Sua Casa (segunda edição prevista pela Editora Uirapuru/SP/Brasil), e uma peça infantil – O MACACO QUE SÓ COMIA BIFE, encenada em 2004 no Rio de Janeiro.

Além destes, dois romances (ficção para adultos) – CLANDESTINA e SAIGON, à venda pela Amazon. Seu lançamento mais recente é o livro “ Depressão? Não. Dê…Pressão! “, que foi lançado em Lisboa no mês de agosto/15, e em novembro no Rio de Janeiro.

Atualmente escreve crônica semanal, às quarta-feiras, para a revista Singles, da KBR Editora Digital.

Daisy Lucas dedica -se também à escultura, e como nos revelou,  “escrevo para desafiar meus próprios conceitos e preconceitos, ou para dar sentido e vazão à experiência acumulada, e esculpo para  fugir da solidão do texto escrito”.

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2 comentários

  • Maria Madalena dos Santos Lucas disse:

    Foi o seu sorriso, que também se espelha nos seus olhos, seguido do seu apelido, que chamou a minha atenção. O sorriso porque vi nele o de uma tia minha muito querida, e o apelido simplesmente porque é o meu apelido. Chamo-me Madalena Lucas. Eu sou cabo-verdiana e você supostamente, brasileira. Sei que esse apelido (não nome de batismo) é comum no Brasil, portanto não tenho a pretensão de procurar laços de família. Depois veio a curiosidade que acabou por fazer-me ler o artigo “As Cinzas de quarta-feira”…adorei e acho que tornei-me fã…Vou ler mais um pouco, depois falamos. Sucessos sempre, e muitas felicidades.

    • Daisy disse:

      Olá, Madalena.

      Com grande prazer li seu comentário. Quanto ao meu sorriso, neste mesmo instante está imenso, motivado pela alegria de ver meu trabalho reconhecido. Obrigada, grande abraço. Daisy Lucas

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