Noruega “Boa de Garfo”
Nós, brasileiros, estamos de olho na Noruega, time – personagem do próximo jogo. De minha parte, ando enxeridamente (essa palavra existe? Sei lá!). O caso é que ando tentando descobrir fatos e fotos da equipe nórdica. Enfim, sei que não adianta nada eu estar superinformada sobre o “inimigo”, porque nesta guerra o exército é de onze, mais uns reservinhas, e ao restante dos pobres mortais só resta aplaudir e torcer.
Mas andei sabendo de umas coisas bizarras sobre o time, e tenho que falar. Outros times também fizeram suas “marmitas”, mas a Noruega pegou pesado. Nós sabemos que o povo viking tinha apetite voraz. Então, deve ser para honrar seus antepassados que o time trouxe mais de uma tonelada de alimentos típicos do país, incluindo 300 kg de peixe (salmão e truta ártica) 6000 laranjas e 180 kg de queijo marrom, o tradicional Brunost (diga-se de passagem, delicioso, temperadinho, tudodebom; só não é tudodebom total porque é caro e muito caro).
Não consegui descobrir se em competições anteriores a Noruega levou essa comidaria toda. Mas este ano, além dos produtos, levaram três Chefs, parece que o objetivo principal é oferecer a “comfort food”, mantendo a identidade alimentar, para que o atleta não precise passar por adaptações que podem trazer problemas digestivos.
Isso confirma um fundamento sobre produtividade no trabalho: a preparação para a boa performance deve ser feita em múltiplos itens, a começar pela alimentação. Nesse ponto eu paro numa reflexão e penso nos atletas brasileiros que treinam às cinco da manhã porque às oito precisam estar no trabalho, estes sim, levam marmita simples… Acorda, Brasil.


