Obrigada Elvis

Esta semana eu vivi uma coisa que parecia impossível, fui ver um show com o Elvis Presley aqui no Rio de Janeiro.

Sim, o Elvis. Elvis, o Rei do Rock.

Só que esse show foi diferente de tudo que eu já vi. Ele estava ali no palco, produzido em Inteligência Artificial, tão real, tão perfeito, que por alguns segundos eu esqueci que era tecnologia. O jeito de cantar, o olhar, o movimento do corpo, o sorriso… parecia de verdade. E na frente dele, uma orquestra de verdade, tocando ao vivo, com toda a emoção, com todos os instrumentos, era o encontro do passado com o futuro, a tecnologia trazendo ele de volta, e a música ao vivo dando alma ao show.

Foi impressionante. Foi arrepio do início ao fim, mas teve um momento que me pegou de um jeito especial: quando tocou Haleluia. Naquele momento, não era mais um show, era quase uma oração. A orquestra crescendo, a voz dele preenchendo o teatro inteiro, e eu ali, com meus queridos, o coração apertado de emoção.

Saí de lá pensando: como a música tem o poder de atravessar o tempo, de atravessar gerações, de trazer de volta quem a gente ama e de nos fazer sentir coisas que a gente nem sabe explicar. Elvis pode ter ido embora, mas ontem ele estava lá. Vivo. Presente. Eterno.

Obrigada, Rio, por essa noite. Obrigada, Elvis, por continuar emocionando. Obrigada, minha filha Adriana, por ter me proporcionado uma noite tão emocionante.

P.S.: Se você tiver a chance de ver esse show, vá. Vá de coração aberto. Você vai entender porque se diz que ELVIS NÃO MORREU.