Para Pensar
A primeira vez que ouvi falar de Viktor Frankl fiquei impressionada. Frankl era um neuropsiquiatra austríaco, conseguiu escapar de mais de um campo de concentração, segundo ele porque construía uma visão positiva do que queria que acontecesse no futuro, encontrando nisso um propósito de vida… vale a pena pesquisar sobre ele, e ler seus livros publicados faz tempo, mas que são atualíssimos.
No pós-guerra foi professor de universidades importantes, Harvard inclusive, e se dizia impressionado como pessoas que viviam na dificuldade conseguiam encontrar sentido para sua vida enquanto jovens que viviam na riqueza, eram pessoas tristes, amarguradas.
Por quê seria? Por que se ligavam ao material, tratavam sentimentos e pessoas como se fossem coisas e a isto ele chamou de “coisificação” – a pessoa prestava atenção no corpo, desenvolvia músculos, mas o seu interior era vazio, magro, sem utilidade. Será que ainda acontece isto?
Pense você.


