A MINHA GENTE BACANA
18/01/2020 /
Daisy
/ 0 Comments
Eu não gosto de ser triste, ser triste é estar meio morto.
Gosto mesmo é de alegria, abomino a nostalgia
Esqueço a melancolia e todo aquele desgosto que azedou minha vida,
Que me fez banhada em pranto, me pôs o peito em ferida,
Mergulhei no desencanto.
Pois agora, mãos à obra, coragem eu tenho é de sobra;
Vejo o encanto da vida, na minha gente, aguerrida,
Lavo seus rostos com beijo, os protejo com abraço,
E nem sei mais o que faço pra ver de novo o sorriso,
Janelas do paraíso da minha gente bacana:
Flávio, Márcio, Adriana.


