Michelle, la Belle

Nesta minha vida, já bem “consistente”… (digo consistente porque longa ainda não é… rs), tenho visto gente de tudo quanto é tipo.

Gente educada, gente sem educação, pessoas gentis, grosseiras também conheci e conheço, gente que agrada sem que eu saiba porquê, gente que desagrada e que também não sei dizer o motivo e nesse caso, vou no popular e digo que “nossos santos não combinam”.

Assim como há aqueles que aparecem porque tem brilho próprio, há os que fazem esforço para brilhar e não conseguem nem fazer umas poucas faíscas.

Pois no dia primeiro deste ano de glória de 2019, que espero que seja mesmo de glória, sou otimista apesar dos problemas que com certeza enfrentaremos, no dia primeiro de janeiro assisti uma demonstração que me fez pensar.

Vi uma mulher, de origem humilde, de pais humildes, que nasceu num lugar bem simples, dar uma demonstração de graça, de beleza, de elegância, dignos de uma princesa, talvez até de uma rainha.

A primeira-dama do Brasil, em ocasião inédita e por isso mesmo inesperada, nos brindou com tanta graça e beleza… Não pude deixar de comparar sua presença elegante com tantas mulheres também consideradas elegantes, mas que tiveram o chamado “berço”, mulheres que estudaram em colégios importantes, famosos, algumas até em colégios no exterior. Pois na comparação a moça de origem humilde saiu na frente, muito na frente, indiscutivelmente ganhadora do troféu Nobreza.

Sim, com extrema elegância, seus gestos ao discursar em “libras”, a fizeram merecedora do título de Dama. Mais que Lady, a dita senhora primeira-dama é realmente uma Dama. Seus gestos graciosos e suaves pareciam um ballet de mãos e suas expressões faciais, cativantes, prenderam minha atenção e me fizeram sorrir, agradecida, pelo show de estilo, pela Luz que irradiou naquela cerimônia.

Este fato me fez recordar uma discussão que tive algum tempo atrás com amigos, em que se discutia a importância do tal “berço” para o sucesso na vida. Eu defendia na ocasião o ponto de vista de que o amor, a compreensão e o comprometimento com a vida, poderiam superar o fato de que a pessoa não tivesse tido uma origem abastada. Claro que essas condições não levariam a pessoa necessariamente à riqueza, mas à dignidade, e por que não, à prosperidade, lembrando aqui que prosperidade não significa apenas ter dinheiro, mas ao conceito de que a pessoa seja bem-sucedida, feliz, afortunada.

Esta a impressão que me passou MICHELLE.

3 comentários

  • Denise Oliveira Peon disse:

    Concordo totalmente com sua crônica! A Primeira Dama passou delicadeza,classe e muita elegância! Que ela continue assim e que realmente seja uma “esposa de presidente”,que faça a diferença!

    • ostiore disse:

      É o que eu desejo, Denise. Que ela seja útil na tarefa de ajudar o Presidente a cumprir sua missão. Precisamos acreditar que o Brasil vai sair desse patamar de 13 milhões de desempregados, e outras cositas más (más mesmo).
      Bj

      Daisy Lucas

  • Daisy disse:

    Parabéns Daisy, sempre muito atenta aos detalhes que passam despercebidos.
    》Scheyla Litz

    Simplesmente maravilhosa!
    》Norma Silveira

    Concordo com você. Ao saber a sua origem humilde, mais ainda me simpatizei com ela e a sua elegância e simplicidade são inegáveis.
    》Eliane Tavares

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