Que Rei sou Eu?

Não consegui checar com certeza, mas pressuponho que os primeiros cientistas a identificarem o vírus o acharam parecido com uma coroa, ou seja, o nome tem origem no formato. E aí eu me desloco para a palavra coroa.

Ô palavrinha mais cheia de história.

Coroa pode estar ligada a diversas situações: pode significar um enfeite – guirlanda, grinalda, diadema, pode denominar um prêmio ou condecoração – coroa de louros, coroa de flores, pode mostrar uma localização no espaço – alto de um prédio, cume de um morro, pode sinalizar também um status – coroa que é presa à cabeça dos nobres como sinal de sua posição honorífica, e pode até ter conotação engraçada – coroas são os que já estão velhuscos.

Achou muita coisa? Tem mais…

Em Astronomia, coroa é o círculo ou conjunto de círculos coloridos em torno do Sol, da lua ou de outro astro, quando eles estão encobertos por névoa. E em Botânica é o conjunto de apêndices na base de algumas flores.

Pois essa palavrinha cheia de histórias desta vez não nos mostra nada engraçado. Ao contrário, denomina a praga do momento: o novo Corona vírus, que agora tem até “sobrenome”: Covid 19.

Como tudo que acontece hoje, tem seu lado B, o C, e muitos outros mais.

É uma doença ou manipulação político-econômica?

Num primeiro momento ouvia-se com frequência o papo da manipulação. Afinal, dizem os entendidos, após a H1N1 e a SARS, a China cresceu.

Agora mesmo tenho ouvido por diversas fontes diferentes da mídia que a China aproveitando a baixa das Bolsas está só engordando o Bolso. E comprando ações das empresas que o capital estrangeiro construiu.

Espertinhos, não?

Bom, não sei bem se quero classificar como “esperteza”.

A China tem hoje 1,4 bilhões de habitantes, tem uma coisinha fofa que se chama Bolsa de Xangai, que já não era muito aberta a estrangeiros… Nessa altura do campeonato, deve ter gente “rifando” suas ações.

Em suma, a China, hoje a segunda economia do mundo, o maior contratante de serviços e o segundo comprador de bens no mundo, vai reinar quase sozinha em Xangai…

Nesse cenário, ecoa a pergunta que não quer calar: Por que a China? Por que essas epidemias começam frequentemente na China?

Ah, fui pesquisar.

Essas gripes geralmente passam aos humanos através do contato com um animal – agente infeccioso – que é reservatório do vírus.

Por exemplo, a SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome), foi transmitida aos humanos por um parente do guaxinim, o civeta, que era tido como prato chic na região de Guangdong, China.

No caso do Covid 19, encontrei diversas referências a animais reservatório. No início imaginavam que estivesse ligado ao mercado de frutos do mar em Wuhan , onde tudo começou.

Pangolim

Só que nestes mercados são comercializados desde galinhas, coelhos, morcego a cobras & lagartos, até um tal de Pangolim, esse bichinho antipático que está em algum lugar da página, perturbando o meu texto.

Aliás, o infectologista Marc Woolhouse, da Universidade de Edimburgo afirma que ninguém se surpreende quando surtos começam na China, celeiro perfeito (as palavras são minhas, não se aborreça comigo, Dr), tem mais casos por causa do seu imenso território, de sua densidade populacional (aliás, em 1º de fevereiro fiz crônica sobre esse assunto, parece até que eu estava cantando a pedra) e do contato próximo que parte da população tem com os animais infectados.

Bom, aqui vai meu comentário…. Eu vi comerem de um tudo na China, inacreditável.

Lá em cima eu coloquei em dúvida a “esperteza” dos chineses… e ratifico a minha afirmativa – com tanta gente, tanto poder e tanto dinheiro, bem que podiam fazer uma política de saúde decente, né? Porque essa aí, que não interfere na cultura de comer qualquer coisa que lhes caia à mão, só leva mesmo ao Corona, que significa coroa, e acrescento aqui mais dois significados: coroa fúnebre e coroa de espinhos.

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