O Poder do Som (2)

Em tempos outros, os povos se comunicavam por tambores. Hoje, os mantras são considerados um meio para alcançar a concentração, meditação, e através dela alcançar a iluminação e unidade com Deus.

O canto gregoriano na Ordem dos Beneditinos e os tambores na Umbanda, fazem parte dos próprios rituais dessas religiões, um meio pelo qual os fiéis demonstram sua fé e enviam a Deus os seus pedidos.

Com relação aos cantos gregorianos, no ano de 1967 um médico francês, Alfred Tomatis, foi chamado para verificar o porquê dos monges beneditinos de um certo mosteiro queixarem-se – quase que com unanimidade, de cansaço e desânimo. Analisando a situação verificou que o novo monge Superior do convento havia mudado os horários para que houvesse mais horas de descanso, e diminuiu o tempo dedicado aos cânticos. Só que quanto mais dormiam, mais cansados sentiam-se os monges. O Dr Tomatis descobriu que quanto mais entoavam os cânticos, mais se energizavam, recomendando assim, que voltassem aos horários antigos; a situação foi resolvida.

Não existe maior demonstração do poder do som do que o ultrassom – ondas sonoras de alta frequência que não podem ser ouvidas pela audição humana, mas geram imagens baseadas nos mesmos princípios do sonar utilizados pelos navios, que são ferramenta indispensável aos médicos hoje em dia.

Mas o maior poder do Som está na palavra – à qual todos nós temos acesso e da qual podemos fazer uso. Desejo, portanto, que a sua palavra nunca seja a seta que vai ferir o outro, que você tenha consciência do seu Poder e faça dele o melhor proveito possível.

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